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Raul Seixas




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Альбом Raul Seixas


O Rebu (1974)
1974
1.
2.
Catherine
3.
4.
5.
6.
. . .


Como vovó já dizia . . .
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas não é bem verdade?
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Hum
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Minha vó já me dizia pra eu sair sem me molhar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas a chuva é minha amiga e eu não vou me resfriar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A serpente está na terra e o programa está no ar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A formiga só trabalha porque não sabe cantar
Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
É tanta coisa no menu que eu não sei o que comer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
José Newton já dizia se subiu tem que descer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Só com a praia bem deserta que o sol tem que nascer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A banana é vitamina que engorda e faz crescer
Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Solta a serpente, hare Crishna hare Crishna

Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
É tanta coisa no menu que eu não sei o que comer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Só com a praia bem deserta que o sol tem que nascer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
José Newton já dizia se subiu tem que descer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A banana é vitamina que engorda e faz crescer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Minha vó já me dizia pra eu sair sem me molhar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas a chuva é minha amiga e eu não vou me resfriar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A serpente tá na terra e o programa está no ar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A formiga só trabalha porque não sabe cantar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)

. . .

Catherine

[Нет текста]

. . .


Na minha cabeça
Uma guitarra toca sem parar
Trago um par de fones nos ouvidos
Pra não lhe escutar

O que você tem pra dizer
Ouvi a cem anos atrás

O que eu faço agora
Você não sabe mais

Na minha cabeça
Uma guitarra toca sem parar
Trago um par de fones nos ouvidos
Pra não lhe escutar

O que você tem pra dizer
Ouvi a cem anos atrás

O que eu faço agora
Você não sabe mais

Hey man! hey man!
Uou man! uoo man!
Crazy man! crazy man!
Yeah!

I'm all right!

Yeah! yeah!
Listen to the music

Yeah! yeah! man
Listen to the music! yeah!

. . .


Se o rádio não toca
A musica que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela antiga valsa

Não, não, não, não, não, não
É muito simples, é muito simples
É só mudar a estação
É só girar o botão
É só girar o botão
É só girar o botão
É só girar o botão
Para mudar de estação

. . .


Eu conheço bem a fonte
Que desce aquele monte
Ainda que seja de noite
Nessa fonte está escondida

O segredo dessa vida
Ainda que seja de noite
"Êta" fonte mais estranha,
Que desce pela montanha
Ainda que seja de noite.

Sei que não podia ser mais bela
Que os céus e a terra, bebem dela
Ainda que seja de noite

Sei que são caudalosas as correntes
Que regam os céus, infernos
Regam gentes
Ainda que seja de noite
Aqui se está chamando as criaturas

Que desta água se fartam
Mesmo às escuras
Ainda que seja de noite
Ainda que seja de noite

Eu conheço bem a fonte
Que desce daquele monte
Ainda que seja de noite
Porque ainda é de noite!
No dia claro dessa noite!
Porque ainda é de noite

. . .


Eu preciso, de uma boa transação
Para enfeitar a minha nêga
E o meu barracão
(Eu preciso)

Eu preciso, de uma boa transação
Para enfeitar a minha nêga
E o meu barracão

Eu nasci no morro
Sou preto, sou pobre, mas sou gente
Eu não tive estudo
Mas a vida me deu de presente
Uma nêga, que me chama "meu amor"
Que me faz carinho, e cafuné

Por ela dou mil trambiques,
Mas no meu barraco, não falta filé
(Eu preciso)

Eu preciso, de uma boa transação
Para enfeitar a minha nêga
E o meu barracão

Sou um operário
Eu batalho na fábrica, pra viver
Vivo de salário
Eu sou peça da máquina, de morrer
Minha nêga, é quem me dá aquela força
Então, estufo o peito e vou em frente e firmo o pé

Por ela dou mil trambiques
Mas no meu barraco não falta filé
(Eu preciso)

Eu preciso, de uma boa transação
Para enfeitar a minha nêga
E o meu barracão . . .

. . .


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